O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, voltou a defender neste sábado o presidente da Assembleia Legislativa, Barros Munhoz, acusado pelo Ministério Público Estadual de participar de um suposto esquema que teria desviado R$ 3,1 milhões dos cofres da Prefeitura de Itapira, cidade que o deputado administrou.
"Ele foi realmente um bom prefeito, ou não teria sido reeleito com 74% dos votos válidos em sua cidade. É preciso aguardar a conclusão das negociações", afirmou Alckmin logo após missa em memória aos dez anos da morte de Mario Covas, celebrada no Mosteiro de São Bento.
A cerimônia reuniu caciques do tucanato paulistano, como o ex-presidenciável José Serra (que sentou-se em posição oposta à de Alckmin). Barros Munhoz não compareceu.
Na terça-feira, data do início da nova legislatura, o deputado concorre, como candidato único, a mais um mandato de presidente da Assembleia.
Folha Online
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