O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou nesta segunda-feira a ação da Polícia Militar durante protesto realizada na tarde de sábado na avenida Paulista e mandou apurar se houve abusos.
"Houve um erro, porque não se justifica fechar a avenida e atrapalhar o direito de ir e vir das pessoas. Mas um erro não justifica o outro. A polícia tem competência, tem experiência para lidar com essas questões (…) sem cometer violência. Nós não compactuamos com isso, por isso vai ser averiguado se houve abuso, se houve excesso", disse o governador.
A polícia usou balas de borracha e bombas de efeito moral contra manifestantes que protestavam contra a proibição judicial da Marcha da Maconha. Seis pessoas foram detidas e, mais tarde, liberadas. Um repórter foi atingido por jatos de spray de pimenta por um PM e por uma agente da Guarda Civil Metropolitana. A agente da GCM ainda atacou o repórter –que portava crachá– com um golpe de cassetete.
A PM e a GCM informaram que vão apurar o caso. A PM atribuiu a reação à necessidade de cumprir ordem judicial, dada na sexta, que proibiu o ato. Sem poder fazer alusão à maconha, os manifestantes saíram em passeata em nome da "liberdade de expressão".
Os integrantes da marcha prometem novo manifesto no sábado, contra a repressão policial, no vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo).
Folha Online
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