O “centrão”, formado por PP, PR, PSD, PTB, PRB, SD, PTN e outras seis siglas menores, que reúne 218 deputados federais, se consolidou sob a influência do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e pretende se consolidar no comando da Câmara dos Deputados..
Com poucas dissidências, é a força política mais importante da Casa e trabalha para comandá-la nos próximos anos.
Quatro nomes dessa aliança surgem com força para comandar a Câmara a partir de fevereiro de 2017 – data das próximas eleições para a cúpula da instituição –, e para indicar um presidente-tampão até lá caso haja necessidade de eleição antes disso.
O primeiro é Rogério Rosso, ex-governador tampão do Distrito Federal e líder do PSD de Gilberto Kassab. Ele presidiu a comissão que aprovou o parecer a favor ao impeachment de Dilma. Outro é Jovair Arantes (GO), líder da bancada do PTB e relator da comissão do impeachment. Ambos têm boa relação com Cunha.
Outros nomes são os de Aguinaldo Ribeiro (PB), líder do maior partido do “centrão”, o PP, e o líder do governo interino, André Moura, que, apesar de ser do nanico PSC, aposta na influência de Cunha. Asinformações são do Brasil 247
Redação
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