As críticas feitas ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), alvo da operação Lava Jato, por suposto recebimento de propinas milionárias, mostrou o contraste no posicionamento dos parlamentares paraibanos.
Dois 35 deputados que assinaram o manifesto solicitando o afastamento do presidente diante das denúncias, apenas um paraibano subscreveu. Trata-se do
Do outro lado estão os deputados Manoel Júnior e Hugo Mota, ambos do PMDB, que adotam uma postura de “pit bulls” em defesa do presidente Eduardo Cunha. Essa semana, inclusive, a mídia internacional apontou o deputado Hugo Motta como um dos ferrenhos defensores do presidente Eduardo Cunha.
AFASTAMENTO
Um grupo de deputados assinou um manifesto pedindo o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha, denunciado na Operação Lava Jato. O manifesto foi assinado por 35 deputados, de 10 partidos políticos.
O texto diz que o conjunto de provas contra Eduardo Cunha expõe o parlamento e torna insustentável a permanência dele como presidente da Câmara. O deputado não quis comentar o assunto.“Não comento sobre isso. Cada um tem o direito de fazer o que quiser”, diz Cunha.
Dezoito deputados que apoiam a saída de Cunha são do PT. Até agora, nenhum partido formalizou denúncias no Conselho de Ética, nem qualquer parlamentar acionou a Corregedoria. O líder do PSOL diz que é uma questão de tempo.
“Se a gente manda simplesmente uma denúncia com base na robusta afirmação da Procuradoria-Geral, ela poderia ser rejeitada liminarmente. A gente está numa cobrança de declaração dentro daquilo que entendemos como razoável na vida política, mas, é claro, o Conselho de Ética será acionado tão logo o Supremo Tribunal faça uma mínima manifestação”, disse o deputado Chico Alencar do PSOL/RJ, líder do partido.
Além do presidente da Câmara, que já foi denunciado pelo Ministério Público Federal, 22 deputados e 13 senadores em atividade estão sendo investigados por suspeitas de envolvimento na Operação Lava Jato. Até agora, nenhum deles foi alvo de um pedido de investigação no Congresso, seja na Corregedoria ou no Conselho de Ética.
O cientista político Paulo Kramer avalia que o cenário é delicado no Congresso. A crise na relação com o Executivo e o tamanho da Operação Lava Jato têm levado os parlamentares a agir com cautela antes de propor processos contra os colegas.
“Existe normalmente um corporativismo para um colega salvar o outro, sempre que possível. Desde que o colega que vai salvar também não esteja arriscando o seu pescoço, a sua credibilidade entre os eleitores, isso vai acontecer”, explica.
PB Agora
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