Para o administrador apostólico da Arquidiocese da Paraíba, Dom Genival Saraiva de França, sua postura é contraria a formação de uma bancada de padres no Congresso. Segundo ele, a igreja prefere investir em lideranças que defendam a população.
“Existe uma bancada evangélica. Existe algum diferencial? Eu poderia até dizer que poderíamos ter, mas o que a igreja pretende é investir na formação de lideranças leigas de homens e mulheres que assumam o protagonismo político”, disse.
O padre Marcondes Meneses, da paróquia Menino Jesus de Praga, dos Bancários, disse que a Igreja tem uma posição de que a participação nas políticas públicas e de conscientização. Ele acredita que quando se fala em formar uma bancada, seja ela católica ou evangélica, ruralista, ficará sempre em falta do que a sociedade deseja. “Existe análise de especialistas de que essa junção de religião e política partidária ela tem um lado positivo e um negativo. Já imaginou uma bancada de padres, bispos e se acha uma situação como essa da Lava Jato”, disse.
O padre disse ainda que a igreja está vigilante a atuação dos 12 deputados federais e os três senadores. “Qual é a opção deles? Em prol do povo ou em prol de si mesmo? deviam colocar em pauta uma reforma como a previdência dos deputados e senadores, disse.
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