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Acordo no clã Cunha Lima tira de vez filho de Cássio da disputa pela prefeitura de Campina em 2012

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Acordo no clã Cunha Lima tira de vez filho de Cássio da disputa pela PMCG em 2012; decisão teve passado de Ronaldo como principal justificativa

Cássio elogia decisão de Diogo em não ser pré-candidato, diz que ele foi maduro e explica: “Nós aprendemos com Ronaldo Cunha Lima a fazer política como sacerdócio e não como negócio”

Depois de anunciar a desistência da indicação do nome do seu filho, Diogo Cunha Lima como possível candidato a Prefeitura Municipal de Campina Grande (PMCG) nas próximas eleições, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) declarou que “ao não se filiar ao não se dispor nesse instante entrar na vida pública, ele demonstra maturidade e extremo compromisso com a cidade, além de reafirmar os princípios éticos que norteiam o seu comportamento”.

Cássio afirmou que não se deve misturar o privado com o público. Ele ressaltou que não é apenas pela idade de Diogo, (26), porque com 25 anos ele assumia a Prefeitura Municipal de Campina Grande, mas explicou que as circunstâncias e conjunturas eram diferentes das vividas hoje.

“Diogo sequer é filiado e talvez continue nessa condição de não filiado, a opção que Diogo vem tendo é de se qualificar na sua vida estudantil, já é formado em Administração, já fez um primeiro MBA e está fazendo agora um segundo. Ele está começando as suas atividades privadas e não vejo como algo salutar misturar atividade privada com atividade pública, são duas coisas que devem ficar de forma distinta”, ponderou.

O tucano fundamentou sua opinião baseado na sua própria trajetória política e explicou que quando optou pela vida pública, nunca teve uma atividade privada. “Eu sempre me dediquei à política, só agora mais recentemente quando perdi o mandato de governador abri meu escritório de advocacia que é uma atividade privada”, frisou.

Para Cássio, a situação de Diogo é outra, ele optou por estudar e está no seu segundo MBA. “Ele ainda está estudando, tem suas atividades privadas sendo iniciadas, não acho que seja um bom caminho, uma boa conduta misturar uma atividade privada com uma atividade pública, cada coisa a seu tempo”, explicou Cássio.

O tucano disse que ele e Diogo aprenderam com o ex-governador Ronaldo Cunha Lima (PSDB) a fazer política com sacerdócio e não como negócio e acrescentou que o grande problema do Brasil é o enriquecimento ilícito e políticos que fazem da política um negócio, um business. “E não pode ser assim, acho que a grande discussão que o Brasil precisa fazer é em torno disso, é uma discussão ética, de como se comportar de forma adequada na política”, finalizou.

 

Simone Duarte


PB Agora

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