O prefeito Ricardo Coutinho viu cair esta semana mais uma tentativa de colocar o suplente de deputado Ricardo Barbosa, recém-filiado no PSB, na Assembleia Legislativa da Paraíba.
Foi a vez do deputado Aguinaldo Ribeiro, do PP, negar a licença para Barbosa, adotando uma postura já tomada antes por João Gonçalves, Ruy Carneiro, Antônio Mineral e tantos outros tucanos que se negaram a abrir a vaga para o colega quando a missão estava nas mãos do senador Cícero e do ex-governador Cássio.
Pior pra Ricardo. Mas o Coutinho, que continua sem uma voz de fácil expressão e, especialmente, de dinâmica atividade na Assembleia Legislativa, campo diário de batalha entre as forças que se enfrentarão em 2010.
Avaliem. Todo projeto de um grupo político, assim como os exércitos em guerra, precisa de uma linha de frente apropriada. Conceitualmente, trata-se do primeiro grupo de soldados que se põe à mostra para a defesa ou ataque diante de um conflito.
Não é exagero dizer, então, que o prefeito Ricardo Coutinho, general do projeto de conquista do PSB, não tem, portanto, uma eficaz linha de frente. Nem na Câmara, nem na Assembleia.
Veja que não se trata de dizer que o prefeito da Capital não tem aliados. Os tem sim, tanto que é maioria esmagadora na Câmara. Mas é na qualidade da infantaria que o exército demonstra-se possuidor de uma linha de frente capaz de antecipar-se aos ataques e, até, impor medo aos inimigos.
E Ricardo Coutinho não tem bons soldados em atividade. Em alguns falta vontade, na maioria falta talento.
O xará do prefeito, ex-deputado Ricardo Barbosa, tem as duas virtudes, reconhecidas ate por quem dele já “apanhou”.
Ricardo, o Coutinho, sabe disso. Do alto do posto que ocupa, sabe que não é fácil enfrentar Manoel Júnior, Veneziano Vital do Rego e Trócolli Júnior sem uma boa infantaria.
Fiel escudeiro de Ronaldo Cunha Lima, o jornalista Ricardo Barbosa tem no currículo um rosário de gestos exagerados em favor daqueles que defende. Não é só apaixonado, como Che Guevara, no auge da revolução, desejava que o fosse seu exército. É talentoso.
É metade homem. Metade expressão.
Quando foi líder de Cássio na Assembleia, tinha o Regimento Interno como Bíliba, era o primeiro a chegar no plenário e não deixava uma acusação ou crítica sequer ao governo sem resposta.
É daqueles homens que valem por um exército inteiro.
E que somente os generais de estreita visão ignoram.
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