Faltam, exatos, 500 dias para a data marcada pelo Tribunal Superior Eleitoral – TSE pra as eleições de 2014, que ocorrerão no dia 5 de outubro (1.º turno). Estamos a aproximadamente um ano e cinco meses do pleito. Parece muito, se imaginarmos algumas movimentações políticas. Mas, por outro lado, pouco, se consideradas as articulações que garantem poderio político para o embate.
Vejo muito tempo pela frente, por exemplo, para que o atual governador anuncie, agora, apoios de prefeitos à sua reeleição. Sim, porque qual é o ser vivente, seja ele prefeito, vereador, suplente de vereador, líder comunitário ou o próprio eleitor, este meio que alheio às movimentações políticas da atualidade, que, a praticamente um ano e meio da eleição, vai se definir politicamente?
Por outro lado, vejo o tempo oportuno para as articulações entre partidos, visando a formação de blocos partidários que credenciem as candidaturas. Este é o momento de iniciar esses entendimentos. E, neste aspecto, vemos que, novamente, há uma tendência de dualidade política nas eleições estaduais de 2014 na Paraíba.
De um lado, o atual governador, anunciando adesões de prefeitos, mas se fazendo de ‘João sem braço’ em relação à movimentação do PSDB, que está dividido entre os que querem Cássio candidato a governador – como se ele pudesse, juridicamente falando – e os que querem manter o apoio à reeleição do ‘Mago’.
Do outro, está Veneziano, que inicia no dia 1.º de junho, por Patos, um ciclo de debates intitulado Pensando a Paraíba, que pretende discutir os principais problemas vivenciados hoje pelos paraibanos e buscar, também através dos debates, as soluções.
Se antes o PT começava a ensaiar uma candidatura própria, a exemplo do que fazia o PP, do Ministro Aguinaldo Ribeiro, agora, estes dois partidos tendem a não mais se lançar na disputa como protagonistas. No caso do PP, o próprio Aguinaldo fez questão de colocar na mídia a sua posição de, novamente, disputar uma vaga de Deputado Federal. Seu projeto é se reeleger e, novamente, compor o ministério da Presidente Dilma, caso ela seja reeleita.
Já o PT tem não apenas o direito, mas também força política para tentar ser protagonista do processo. Afinal, é o partido da atual presidente e elegeu o prefeito da capital, João Pessoa. Porém, o momento ainda não é o oportuno. É necessário ao partido crescer mais pelo interior do estado.
Este fato, aliado à disposição da cúpula nacional e de membros do PT paraibano e do PT de Campina Grande que já começam a externar o desejo de ver o partido aliado com o PMDB nas eleições, fortalece uma provável decisão da cúpula petista de apoiar Veneziano na disputa.
Com isso, vemos que, mais uma vez, a Paraíba deverá decidir-se por dois destinos: manter o atual modelo administrativo, do PSB e de Ricardo Coutinho, que tem o ‘aval’ e a ‘corresponsabilidade’ de partidos como o PSDB de Cássio e o DEM de Efraim; ou alternar o poder, elegendo Veneziano Vital do Rêgo, optando pelo modelo peemedebista de governar, amparado por partidos como o PT.
Este caminho, de duas alternativas apenas, deverá ser o caminho adotado. Alguém duvida?
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