Quase um ano após o desaparecimento de Amarildo de Souza, familiares agora estão a procura da viúva do ajudante de pedreiro. Segundo parentes, Elizabeth Gomes da Silva vinha apresentando sintomas de depressão nos últimos meses. “De um tempo para cá ela vinha falando muito do meu tio. Voltou a beber e a usar drogas”, afirmou a sobrinha Michele Lacerda, de 27 anos.
Amarildo sumiu após ser retirado de casa e levado à sede da UPP da Rocinha por PMs da unidade. De acordo com o inquérito policial, 25 são acusados pelos crimes de tortura, ocultação de cadáver, fraude processual e formação de quadrilha. Entre esses, 12 estão presos e 13 respondem processo em liberdade.
Em função de tudo que a família passou no último ano, eles optaram por não registrar o desaparecimento de Beth na delegacia e pedir ajuda de outros órgãos. “A polícia poderia ajudar, ou não. Somos uma família marcada. Preferimos não arriscar”, destacou Michele.
Beth desapareceu no último dia 30 depois de sair de casa e não voltar mais. “Já fomos em casa de amigos que ela poderia estar, chegamos a pensar que ela pudesse ter ido para a casa da mãe em Natal. Ligamos com muito tato, pois ela já é idosa, mas a tia Beth não chegou lá. Depois de alguns dias começou a bater o desespero”, afirmou Michele, destacando que em outros momentos em que a tia teve problema com o vício ela chegou a desaparecer, mas nunca por mais de um dia e que sempre ficava na própria comunidade.
G1
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