O problema dos trotes passados para o número 192 do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Campina Grande e Patos virou caso de Polícia. Em Campina, a Coordenação do Samu já pediu investigação à Polícia Civil, objetivando penalizar criminalmente os responsáveis por esse tipo de procedimento danoso a um serviço público essencial à população.
Segundo o coordenador administrativo Deoclécio Nascimento, em 2013, o Serviço recebeu 443.457 ligações. Dessas, 56.963 geraram comparecimento das ambulâncias ou orientação médica, enquanto 223.529 ligações foram trotes, o correspondente a 50,41% de todas as chamadas feitas durante o ano passado. Em 2012 o balanço e trotes foi de 34% das ligações.
Deoclécio Nascimento ressalta que o trote (comunicação de falsa situação de emergência) pode ser gerado tanto em Campina Grande, como em qualquer dos 25 municípios que integram a Central de Regulação desta cidade, já que o Samu campinense foi regionalizado desde 2012.
Assim que for concluída a investigação, o Ministério Público deverá ser acionado, para requerer à Justiça a quebra do sigilo telefônico das pessoas suspeitas de fazerem trotes para o Samu, que é mantido com recursos dos governos federal, estadual e municipal.
Redação
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