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Três réus no caso da morte de casal vão a júri

 Três dos seis acusados de participação na morte do casal Washington Luiz e Lúcia Santana vão a júri popular nesta quinta-feira (18), no Tribunal do Júri do Fórum Afonso Campos, em Campina Grande, no Agreste paraibano. O casal foi assassinado na saída de uma festa de casamento, no bairro Catolé, na mesma cidade. Eles eram padrinhos no casamento e o noivo foi apontado pela Polícia Civil como mentor do crime, que aconteceu em 29 de março de 2014.

Os primeiros a serem julgados vão ser Gilmar Barreto da Silva, Samuel Alves de Souza e Franciclécio de Farias Rodrigues. Segundo a acusação do Ministério Público da Paraíba, com base na investigação da Polícia Civil, Samuel teria sido o autor dos tiros que matou o casal.

Gilmar teria dirigido o carro para Samuel no dia do crime e Franciclécio é acusado de ter ficado responsável por planejar a morte e conseguir uma pessoa para executar o crime.

Os advogados que representam os três acusados, Bruno Cadé e Rafael Albuquerque, negaram que os clientes tenham participação no crime e disseram que faltam provas no processo que garantam a culpa do trio.

 

O processo judicial ainda envolve mais três pessoas, incluindo o empresário Nelsivan Marques, que era sócio de Washington e foi apontado como o mentor do crime. Ele recorreu no Tribunal de Justiça para não ser julgado. O advogado da família de Lúcia Santa espera pela pena de condenação máxima para os suspeitos.

Entre os seis envolvidos, cinco deles estão presos em penitenciárias de Campina Grande. Já Maria Gorete Alves Pereira, que teria auxiliado Gilmar no dia do crime está aguardado o processo em liberdade.

Outro réu que aguarda o processo é Aleff Sampaio dos Santos. Segundo a Polícia Civil, ele teria participado de uma tentativa de homicídio contra Washington que teria ocorrido semanas antes da morte do casal, também a mando de Nelsivan. Os acusados estão presos desde junho de 2014, após uma operação da Polícia Civil.

Os assassinatos aconteceram na saída da festa de casamento de Nelsivan, na frente de uma casa de festas, no bairro Catolé. O caso ganhou repercussão nacional, depois que a polícia descobriu o plano. O crime foi investigado pela Delegacia de Homicídios da Polícia Civil e o inquérito foi presidido pela delegada Tatiana Matos.



Redação com G1

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