Os números são estarrecedores e devem preocupar as autoridades. Em menos de 12horas, três pessoas foram assassinadas em Campina Grande. O primeiro aconteceu durante uma tentativa de assalto a um mercadinho no bairro Três Irmãs. O dono do estabelecimento reagiu e entrou em luta corporal com um dos criminosos.
O outro bandido que dava cobertura atirou no comerciante, mas atingiu seu comparsa, que acabou morrendo. O segundo crime aconteceu no bairro Pedregal, quando um homem de 31 anos foi assassinado com um tiro na cabeça. Já no Conjunto Mariz, um adolescente de 17 anos foi assassinado a tiros por dois homens em uma moto. Ele teria sido morto por causa de uma dívida de drogas.
A mesma cena foi registrada na semana passada. Eum intervalo de cinco horas, três pessoas foram assassinadas na cidade, o que elevou ainda mais o índice de violência na cidade. A polícia caça os suspeitos mas até o momento ninguém foi preso. Este ano, seis pessoas já foram mortas na Rainha da Borborema.
As estatísticas só comprovam reportagem publicada na edição desta semana da Veja. Segundo a revista, João Pessoa e Campina Grande voltaram a se destacar no ranking das cidades mais violentas do Brasil, conforme estudo da fundação City Mayors, que usou o critério do número de homicídios por grupo de 100 mil habitantes.
Maceió (80 homicídios) é apontada como a cidade mais perigosa do Brasil, seguida de Fortaleza (73) e João Pessoa (67). Campina Grande (46) está em 9º lugar. Essa fama não ajudará o turismo nem os negócios.
Esse foi o resultado de mais um estudo que coloca João Pessoa e Campina Grande entre as cidades mais violentas do Brasil. Desta vez foi o relatório da Fundação City Mayors, centro de estudos dedicado a temas urbanos, que colocou a Capital da Paraíba como a terceira cidade mais perigosa do país. Os dados foram publicados na Revista Veja de ontem (13).
De acordo com o levantamento, João Pessoa registra uma média de 67 homicídios por 100 mil habitantes, o que a coloca em 9º lugar no ranking geral. Campina Grande também figura no mapa da violência da pesquisa. Segundo a Fundação City Mayors, ela a única não capital a figurar entre as mais violentas do Brasil. Com 500 mil habitantes, ela vive o paradoxo de estar sob a tensão da violência ao mesmo tempo em que é considerado um dos locais mais prósperos da região, por ser um importante pólo industrial e tecnológico e concentrar dezessete universidades.
PBgora com Veja
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