Não é só em São Paulo, Rio de Janiero, Brasília e mais recentemente em Joinville que brigas de torcedores causam mortes, ferimentos e prisões no Brasil. Na Paraíba, só este ano, três pessoas morreram vítimas de rixa entre torcidas e a polícia tenta coibir, mas não consegue evitar os crimes.
O último caso no Estado aconteceu no último sábado (07). Policiais integrantes da Força Tática do 2º Batalhão da Polícia Militar, em Campina Grande, prenderam por volta das 18h, um integrante da torcida jovem do Campinense, sob suspeita de tentar matar um membro da torcida do Treze.
O suspeito foi identificado pela polícia como Jansey Arnaud Pereira da Silva, de 20 anos. Ele estava na própria residência, no bairro do Centenário, quando foi detido.
De acordo com o tenente-coronel Souza Neto, ele seria o responsável pelos disparos de arma de fogo efetuados contra integrantes da Torcida Jovem do Galo, na tarde deste sábado (07), no bairro do São José, em frente a sede dos torcedores.
Torcedores – Galo x Raposa
Em 2013, este não é o primeiro caso envolvendo brigas e crimes entre torcedores dos times de Campina Grande, Campinense (Raposa) e Treze (Galo). Em agosto, o jovem Flanklin Pablo Gonçalves, de 18 anos, foi preso após confessar a polícia que estava armado pois pretendia matar um integrante da torcida da ‘Raposa’. Ele faz parte da torcida do ‘Galo’ e foi pego com uma arma de fogo durante uma das ações da ‘Operação Nômade’.
No dia 09 de julho deste ano, Johny Alves de Almeida, 19 anos, integrante da Torcida Jovem do Galo, foi surpreendido por atiradores e assassinado quando transitava pela Travessa Oswaldo Cruz, próximo a sede da Embrapa em Campina Grande.
Wagner Pereira, 23 anos, era o presidente da Torcida Jovem do Galo e foi assassinado em 15 de março, quando voltava do trabalho noturno em uma empresa de sandálias. Ele foi abordado por um motociclista que já chegou atirando. A execução ocorreu quando o torcedor desceu do ônibus da rota da Alpargatas. O crime aconteceu bem próximo ao bairro da Glória, em Campina.
No dia 4 de março, Marcílio da Silva Santos, 24 anos, torcedor do Campinense foi assassinado por dois homens, próximo de uma passagem de trem, depois da partida contra o Fortaleza (CE) pelas semifinais da Copa do Nordeste. Ele também havia se envolvido em uma discussão após o jogo.
Redação com Correio
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