Por pbagora.com.br

05O laudo pericial aponta que o empresário Helton Pessoa foi atingido com um tiro na cabeça e que os disparos foram dados pelas costas. A informação foi divulgada pelo advogado Daniel Alisson, da defesa da vítima. A esposa de Helton cumpre prisão domiciliar como principal suspeita do crime. Ela alegou que atirou em legítima defesa e que teria sido espancada por Helton.

Segundo o levantamento pericial, segundo o advogado da família de Helton, Daniel Alisson, aponta que o primeiro tiro que atingiu Helton foi dado pelas costas enquanto o vidro do box estava fechado. Segundo Daniel, a constatação desmente a afirmação de que o tiro teria sido dado após a atiradora se sentir ameaçada e afirmar “legítima defesa”.

À polícia, Taciana declarou que atirou contra o marido após ele a ameaçar de morte. Ela ressaltou que o casal discutiu antes do crime e que agiu para se defender. A empresária alegou que a ação foi por legítima defesa.

Contra Taciana, foi cumprido um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça. No entanto, a medida foi convertida em prisão domiciliar de acordo com a assessoria da Polícia Civil da Paraíba.

A suspeita foi interrogada na Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel, em João Pessoa. O caso está sendo investigado pelo delegado Reinaldo Nóbrega. De acordo com a instituição, após ser ouvida, ela foi submetida a exames de corpo de delito e levada para um presídio, onde recebeu uma tornozeleira eletrônica. Em seguida, foi encaminhada à residência informada no processo.

A Polícia deve ouvir amigos e familiares e aguardar a conclusão da perícias. No dia em que o crime ocorreu, as primeiras diligências foram adotadas pela equipe da Delegacia de Crimes Contra Pessoa de João Pessoa. Em seguida, os trabalhos foram encaminhados para a equipe do Núcleo de Homicídios de Santa Rita, que solicitou a prisão preventiva dará prosseguimento ao inquérito policial .

A arma do crime foi apreendida pela polícia. O objeto pertencia à própria vítima. O corpo do fazendeiro foi enterrado na cidade de Arara, no Brejo paraibano. As investigações terão continuidade.

Redação

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