Em entrevista à TV Clube, de Recife, nesta quinta-feira (14), o pedreiro, suspeito de engravidar a enteada de dez anos, na Paraíba, voltou a alegar inocência e a pedir o exame de DNA para comprovar que não é o pai da criança.

“Eu quero o DNA para provar. Ás vezes as pessoas falam, falam, falam e depois descobrem que não fez e eu só fugi porque eu sabia que iam querer me matar, eu vim pra deixar a poeira baixar e arrumar um advogado. Eu quero o exame de DNA”, disse.

 

O suspeito estava foragido desde que a gravidez foi revelada. Ele foi preso pela Polícia Militar da equipe Malhas da Lei, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva expedido pela 3ª Vara de Mangabeira, da Paraíba.

O preso foi encaminhado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

O caso começou a ser investigado em maio de 2017 e corre, sob segredo de justiça, na Vara da Infância e Juventude da Paraíba.

O crime foi descoberto depois que a criança passou mal e foi levada a um hospital.

 

Na ocasião, a menina contou à polícia que era vítima de violência sexual recorrente.

 

Uma enfermeira do Posto de Saúde da Família (PSF) do bairro do Grotão, em João Pessoa, teria detectado indícios do abuso sexual cinco meses antes da gravidez ser descoberta.

 



PB Agora

 

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