Categorias: Policial

Seis mil munições apreendidas no Sertão

 

Polícia apreende mais de 7 mil munições e desarticula comércio ilegal no Sertão paraibano

 

As Polícias Civil e Militar apreenderam mais de 7 mil munições de vários calibres durante operação realizada, nos últimos dois dias, nas cidades de Sousa e Catolé do Rocha, no Sertão paraibano. As ações desarticularam um esquema de venda ilegal que acontecia na região e prendeu dois suspeitos.

Em Sousa, os policiais apreenderam, nessa quinta-feira (13), na casa de um comerciante, 4.740 munições de pelo menos dez calibres diferentes e mais de 200 kg de pólvora e chumbo. Pedro Teodoro Filho, 54, foi preso em flagrante e levado para a 2ª Delegacia Distrital, na mesma cidade.

Os policiais chegaram até ele após prender, na última quarta-feira (12), João Vieira da Silva, 53, com quem foram encontradas 2.310 munições de oito calibres diferentes, inclusive de uso restrito das forças armadas, e uma arma calibre 38. O material foi encontrado no mercadinho e na casa dele, localizados na cidade de Catolé do Rocha.

A operação foi deflagrada com o objetivo de desarticular um esquema de venda ilegal de munições na região e contou com policiais militares do 12º Batalhão, 14º BPM e 18ª Superintendência Regional da Polícia Civil.

O comandante do 12º Batalhão, major Douglas Araújo, disse que a polícia chegou até o primeiro suspeito através de denúncias anônimas. “Recebemos vários informes sobre a venda, que acontecia na cidade de Catolé do Rocha, e junto com a Polícia Civil conseguimos prender o principal suspeito no município. A partir dele, chegamos a outro suspeito, na cidade de Sousa, e desarticulamos esse comércio ilegal que abastecia os criminosos da região”, explicou.

O delegado Jorge Luiz, da 18ª Superintendência da Polícia Civil, disse que o suspeito preso em Sousa já tem passagem pela polícia pelo mesmo crime e que ele é apontado como o principal fornecedor de munições para os acusados de homicídios praticados no Sertão.

“Já vínhamos observando e investigando a facilidade de acesso à munições que os acusados de homicídios têm, pois nos locais de crimes sempre foi constatado que as vítimas eram atingidas por mais de cinco tiros, isso já apontava para um comércio ilegal solidificado que conseguimos desarticular”, disse o delegado, que continuará as investigações para chegar a outros envolvidos.

Os dois presos na operação foram autuados por comércio ilegal de armas, cuja pena vai de 4 a 8 anos de prisão. Eles estão à disposição da justiça.

 

 

Redação

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