A Paraíba tinha, antes de 2011, índices de elucidação de homicídios entre 5% e 7%. Atualmente, os crimes solucionados chegam a alcançar índices de 50%, e em algumas regiões do Estado, como é o caso da Área Integrada de Segurança Pública de Patos (15ª AISP), que polariza 22 municípios, os percentuais de elucidação já alcançam este ano o patamar de 82%. É o que revela o secretário de Estado da Segurança de Defesa Social, Cláudio Lima.
Ele também observa que o tempo para a elucidação de crimes vem diminuindo, o que se constitui em mais um avanço. “A resposta da polícia, além de ser mais eficiente, tem sido mais rápida, e isso é muito importante, porque tira aquela sensação de impunidade. Na Paraíba, quem estiver pensando cometer crime, se o fizer, pode ficar certo que vai ser preso”, assegura. O secretário acrescenta que a elucidação do caso da jovem Vivianny Crisley, que desapareceu no dia 20 de outubro, depois de sair de um bar nos Bancários, cujo cadáver foi encontrado em avançado estado de decomposição e carbonizado, foi muito simbólico para polícia, porque mostra que, na Paraíba, o crime não compensa e que os casos mais complicados têm sido desvendados.
“Um sujeito que tiver a mesma maldade daqueles infelizes envolvidos no caso Vivianny, se ele pensar em cometer um crime daquele, vai ter certeza que existe uma grande possibilidade, entre 70% e 80% de ser preso. Então, ele vai pensar duas vezes. É nesse caminho que a gente trabalha para combater e desestimular o crime. O que a população espera do Estado é exatamente mais eficiência em todas as áreas e é o que a gente busca nesse sentido atender”, afirma.
Cláudio Lima explica que a segurança pública é um setor da sociedade muito complexo. A Paraíba tinha, antes de 2011, índices de elucidação de homicídios entre 5% e 7%. Atualmente, os crimes solucionados chegam a alcançar índices de 50%, e em algumas regiões do Estado, como é o caso da Área Integrada de Segurança Pública de Patos (15ª AISP), que polariza 22 municípios, os percentuais de elucidação já alcançam este ano o patamar de 82%. É o que revela o secretário de Estado da Segurança de Defesa Social, Cláudio Lima.
Ele também observa que o tempo para a elucidação de crimes vem diminuindo, o que se constitui em mais um avanço. “A resposta da polícia, além de ser mais eficiente, tem sido mais rápida, e isso é muito importante, porque tira aquela sensação de impunidade. Na Paraíba, quem estiver pensando cometer crime, se o fizer, pode ficar certo que vai ser preso”, assegura.
O secretário acrescenta que a elucidação do caso da jovem Vivianny Crisley, que desapareceu no dia 20 de outubro, depois de sair de um bar nos Bancários, cujo cadáver foi encontrado em avançado estado de decomposição e carbonizado, foi muito simbólico para polícia, porque mostra que, na Paraíba, o crime não compensa e que os casos mais complicados têm sido desvendados.
“Um sujeito que tiver a mesma maldade daqueles infelizes envolvidos no caso Vivianny, se ele pensar em cometer um crime daquele, vai ter certeza que existe uma grande possibilidade, entre 70% e 80% de ser preso. Então, ele vai pensar duas vezes. É nesse caminho que a gente trabalha para combater e desestimular o crime. O que a população espera do Estado é exatamente mais eficiência em todas as áreas e é o que a gente busca nesse sentido atender”, afirma. Cláudio Lima explica que a segurança pública é um setor da sociedade muito complexo.
Redação com informações da SSP
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