O homem apontado como ocupante do espaço deixado no crime pelo Fernandinho Beira-Mar foi preso nessa quarta-feira (22), durante a Operação Phantom, realizada pelo Grupo de Operações Especiais (GOE), da Polícia Civil. Ele seria chefe de uma quadrilha especializada em assaltos a banco e que teria agido diversas vezes na Paraíba.
José Ricardo de Sousa Silva, também conhecido como “Seu Chico” ou “Nogueira”, foi detido na cidade de Cruz do Capibaribe, em Pernambuco. O homem seria sucessor de Gilson Beira-Mar, que está recolhido em presídio federal e também é investigado por envolvimento em crimes contra caixas eletrônicos e agências bancárias.
Foram dois meses de investigações até que a Polícia Civil chegasse a “Seu Chico”, acusado de liderar e articular explosões a banco na Paraíba. Antes dessa prisão do líder, outros membros da quadrilha foram detidos no dia 15 de julho, sendo um na Paraíba e os outros nos estados do Maranhão e Piauí.
O nome da operação, que significa ‘fantasma’ em inglês, foi escolhido pelo fato de José Ricardo figurar como um dos assaltantes mais procurados do Nordeste e ser investigado desde 2008, porém nunca ter sido preso.
Para dar detalhes sobre as investigações e prisão de “Seu Chico” uma coletiva de imprensa está marcada para as 9h desta quinta-feira (23) com a presença do delegado geral de Polícia Civil da Paraíba, João Alves, do titular do GOE, delegado Allan Terruel, e da delegada Karina Torres, adjunta do grupo especializado.
Gilson Beira-Mar
Apesar do uso do sobrenome “Beira-Mar”, Gilson Marques Madureira não tem nenhum parentesco com Fernandinho Beira-Mar. Ele adotou ou ganhou esse apelido devido à sua periculosidade perante a sociedade, de acordo com a assessoria da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social da Paraíba (Seds). Ainda segundo a assessoria, Gilson Beira-Mar já foi preso pela polícia paraibana por duas vezes.
Com informações da assessoria da Seds








