Uma acareção entre o corretor de imóveis Vagner Soares Nóbrega com as testemunhas que presenciaram a morte do bancário Everton Barbosa Belmont, gerente do Banco Real, será realizada na próxima semana na Central de Polícia, no Varadouro.
A informação é do delegado Allan Murilo Terruél, adjunto da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa, que preside o inquérito policial, que será concluído dentro de alguns dias e enviado à Justiça.
Segundo o delegado, na ocasião será esclarecido se Edilene da Silva Freitas, amiga de Vagner Nóbrega, estava no local do crime. Segundo o delegado, a dúvida é para saber se ela estava dentro da camioneta do acusado, já que o réu informou que ela estava ausente e as testemunhas afirmaram que ela estava no veículo. Caso seja comprovado a presença de Edilene na camioneta de Vagner, na cena do crime, ela poderá também ser indiciada no inquérito policial, disse o delegado.
O crime ocorreu na madrugada do dia 14 de março deste ano em um posto de gasolina, situado na Avenida Vasco da Gama, emJaguaribe, em frente do Bar e Restaurante Nossa Fava, local em que foi iniciada a confusão. Segundo as testemunhas contaram à polícia, antes do crime, Vagner estava no bar com Edilene, quando foi iniciada uma discussão, depois ela saiu em seu próprio carro com destino a sua casa. Mais tarde Vagner voltou ao local do crime, na camioneta juntamente com Edilene.
Segundo as testemunhas contaram a polícia, Vagner foi agredido no interior do bar por Everto Barbosa, com um murro no rosto. Depois da agressão, a confusão foi parar no posto de gasolina, quando o corretor de imóveis disparou os tiros contra a vítima. Segundo o delegado as testemunhas não viram Vagner ser espancada pelos amigos de Everton Barbosa.
As pessoas ouvidas alegaram na delegacia quem, depois do corretor de imóveis ter disparados os tiros contra a vítima, várias pessoas partiram para cima dele com a intenção de tomar a arma, que foi em seguida entregue à polícia.
O delegado anexou no inquérito policial às fotos apresentadas pelo advogado AbraãoBeltrão de que o corretor de imóveis teria sido espancado pelos amigos do Everton Barbosa, na noite do crime. O próprio acusado depois de interrogado pelo delegado Allan Murlio Terruél foi submetido a exame de corpo delito junto ao Departamento de Medicina Lega para comprovar as agressões sofrida pelo corpo, que segundo ele partiu dos amigos de Everton Barbosa.
O Norte
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