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Polícia prende acusados de homicídios relacionados à rixa entre famílias em Catolé

A Polícia Civil da Paraíba deflagrou na manhã desta sexta-feira (22) a ‘Operação Paz’, na cidade de Catolé do Rocha que contou com mais de 60 policiais. Durante a ação, cujo objetivo foi dar fim às mortes ligadas à rixa entre as famílias Veras e Oliveira, foram cumpridos seis mandados de prisão contra Francisco das Chagas Alves, 25; Irineu Vieira Gomes, 24; João Gomes da Silva, 34; Joana Alves de Oliveira, 65, Francisco Mosaniel de Oliveira, 38 e Marcelo Oliveira, 27. Uma espingarda calibre 12 de cano serrado e um revólver calibre 38 também foram apreendidos.

Segundo o delegado Silvio Rabello, as investigações foram iniciadas logo após a morte da escrivã de Polícia Civil, Maria de Fátima Veras da Silva, de 53 anos, assinada no dia 28 de dezembro de 2012. “Duas semanas depois, o primo da escrivã, Severino Veras, foi também assassinado na cidade de Brejo dos Santos. No último domingo (17), mais um Veras foi vítima de homicídio, um homem conhecido por Biu Veras”, contou.

De acordo com o inquérito, todas as mortes foram motivadas por uma tentativa de homicídio contra o irmão de um dos acusados, ocorrido no mês de outubro do ano passado, e que teve como autor o primo da escrivã, Ronaldo Veras. “O próprio João sofreu duas tentativas de homicídio por parte dele”, acrescentou Rabelo, afirmando que o crime contra Maria de Fátima foi motivado por vingança e pelo fato de ela ser policial e ter participado de prisões em flagrante contra integrantes da família Oliveira. Outros oito mandados de prisão fora expedidos pela juíza Andreia Matos, da Comarca de Catolé do Rocha, e devem ser cumpridos nos próximos dias.

“No intervalo entre a morte de Maria de Fátima e Biu Veras foram assassinadas outras duas pessoas do grupo de João Guarda, Gilberlândio e Michel, todas ocorridas no mês de janeiro de 2013”, explicou o delegado geral de Polícia Civil, André Rabello, que acompanhou toda a operação de Catolé do Rocha.

Ele lembrou as operações Laços de Sangue I, II e Resgate, realizadas em setembro de 2011 e janeiro do ano passado pelas polícias Civil e Militar na região e que mantiveram o Sertão da Paraíba livre de assassinatos envolvendo as famílias Veras, Oliveira e Suassuna por mais de um ano. As ações contribuíram para uma a queda Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) – homicídios dolosos e outros crimes dolosos que resultem em morte – no comparativo entre os anos de 2011 e 2012. “Repetimos o trabalho de sucesso, resultado de um trabalho investigativo e integrado com o Ministério Público e o Judiciário, além da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que nos apoiou no cumprimento de mandados de busca e apreensão”, destacou André Rabello.
 

 

Secom

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