Foto: Divulgação/PF
Durante a ação, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão no município de Guarabira. As ordens judiciais foram expedidas pela 11ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba.
De acordo com a PF, as investigações começaram após uma prisão em flagrante realizada em abril de 2025, dentro de uma agência da Caixa Econômica Federal na região metropolitana de João Pessoa. Na ocasião, foram identificados dispositivos fraudulentos utilizados para reter cartões bancários nos caixas eletrônicos, além do uso de técnicas de engenharia social para convencer as vítimas a fornecer senhas.
Com as informações obtidas, os suspeitos teriam realizado saques e transferências indevidas, causando prejuízos financeiros aos clientes. A operação desta terça-feira busca reunir novas provas, identificar outros possíveis envolvidos e interromper a atuação do grupo.
Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude e organização criminosa. Somadas, as penas podem ultrapassar 10 anos de prisão, conforme prevê a legislação penal brasileira.
A Polícia Federal não divulgou os nomes dos alvos da operação. As investigações seguem em andamento.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (10), a Operação Retenção, com o objetivo de combater a atuação de uma organização criminosa suspeita de praticar furtos qualificados mediante fraude contra clientes de uma instituição financeira pública na Paraíba.
Durante a ação, foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão no município de Guarabira. As ordens judiciais foram expedidas pela 11ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba.
De acordo com a PF, as investigações começaram após uma prisão em flagrante realizada em abril de 2025, dentro de uma agência da Caixa Econômica Federal na região metropolitana de João Pessoa. Na ocasião, foram identificados dispositivos fraudulentos utilizados para reter cartões bancários nos caixas eletrônicos, além do uso de técnicas de engenharia social para convencer as vítimas a fornecer senhas.
Com as informações obtidas, os suspeitos teriam realizado saques e transferências indevidas, causando prejuízos financeiros aos clientes. A operação desta terça-feira busca reunir novas provas, identificar outros possíveis envolvidos e interromper a atuação do grupo.
Os investigados poderão responder pelos crimes de furto qualificado mediante fraude e organização criminosa. Somadas, as penas podem ultrapassar 10 anos de prisão, conforme prevê a legislação penal brasileira.
PB Agora
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