Oito dias depois do primeiro pedido, a defesa de Tercio Arnaud Tomaz voltou a solicitar ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, que a Polícia Federal devolva um notebook e um tablet apreendidos em um endereço em Angra dos Reis (RJ). Segundo o portal Radar da Veja, Tercio Arnaud Tomaz que é paraibano, precisa dos equipamentos para trabalhar.
Na sua alegação de defesa, ele diz que “os bens foram indevidamente recolhidos pelos agentes federais” e que o ex-assessor “Não tem qualquer relação com os fatos apurados”. Os advogados de Tercio alegam ainda que os equipamentos aprendidos em nada contribuirão para as investigações e que Arnaud depende dos equipamentos para trabalhar.
O paraibano foi apontado noutras investigações, como membros do chamado ‘Gabinete do ódio’, uma espécie de comunicação paralela organizada por Carlos Bolsonaro para agir nas redes sociais.
Redação
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