Há duas semanas, o Padre Egídio, acusado de desviar recursos do Hospital Padre Zé, está detido em uma cela individual na Penitenciária Especial do Valentina de Figueiredo, em João Pessoa. A prisão ocorreu em 17 de novembro, e a Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (Seap) recentemente afirmou que o religioso “apresenta bom estado de saúde”.
Além do padre, Jannyne Dantas e Amanda Duarte, ex-funcionárias do Hospital Padre Zé, também foram presas, sob a acusação de tentarem apagar rastros de atos ilícitos. Devido a ter um filho recém-nascido, Amanda cumpre prisão domiciliar. Já Jannynne permanece detida na penitenciária Júlia Maranhão, em Mangabeira.
O advogado Alberdan Coelho informou que há um pedido de habeas corpus em tramitação, visando garantir a liberdade de Jannynne. Ele argumenta que “os pré-requisitos da prisão preventiva não estão presentes”, destacando que ela é ré primária e está afastada do Padre Zé, além de não apresentar periculosidade em sua vida pregressa.
Redação
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