As queimas de fogueiras com madeiras ilegais e o uso de fogos de artifícios em áreas protegidas são caracterizadas como crimes ambientais, e a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), ao lado do Batalhão de Policiamento Ambiental, neste mês de junho, alerta a população sobre as infrações ambientais com o intuito de coibi-las.

 

Durante este mês de junho, o trabalho de inspeção nos pontos de comercialização de lenha para as fogueiras juninas vem sendo intensificado. Os comerciantes estão sendo orientados pela Divisão de Fiscalização (Difi) da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) a tirarem uma licença ambiental, que tem duração de um mês, para fazerem as vendas da madeira.

 

De acordo com o órgão, a venda da madeira para as fogueiras deve ser proveniente de poda. Durante a fiscalização são analisadas a autorização para a venda da lenha e a origem da extração para saber se as árvores são frutíferas, exóticas ou nativas.

 

No caso da lenha ser de mata nativa, o vendedor é autuado em flagrante e o material apreendido. Segundo orientação da Coordenadoria de Educação Ambiental (Ceda) da Sudema, as fogueiras não devem ser feitas sobre o asfalto, embaixo de árvores nem da rede elétrica, como também deve ser respeitada a distância mínima de 200 metros deescolas, hospitais e parques.

 

Redação

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