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Operação Hidra II prende oito acusados de tráfico e apreende armas e drogas em Patos

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Dando continuidade às ações de repressão ao tráfico de drogas na cidade de Patos, no Sertão do Estado, a Polícia Civil deflagrou nesta segunda-feira (21) a Operação Hidra II, que resultou na prisão de oito pessoas, apreensão de três quilos de crack, uma pequena quantidade de cocaína, um tablete de maconha prensada, R$ 56 mil em cheques, celulares, além de um fuzil 765 de uso restrito da polícia e um revolver calibre 38. O trabalho contou com a participação de 70 policiais civis e militares.

 

A Operação Hidra II é uma continuação da Operação Hidra, realizada em março deste ano com o objetivo de desarticular uma quadrilha suspeita de comandar o tráfico de drogas de dentro do Presídio Regional de Patos. Entre os presos está um bacharel em Direito, que segundo a polícia, seria considerado o “braço direito” de um dos principais traficantes da região e que atuava se passando por advogado responsável por negociar com os diretores dos presídios o favorecimento de detentos.

 

De acordo com o delegado regional de Patos, Cristiano Jacques, as ações de repressão ao tráfico têm contribuído na redução de vários crimes, em especial, os homicídios. “Esse trabalho tem causado um resultado significativo, melhorando os índices criminais e aumentando a segurança da população. Ações como essas vão continuar na região”, garantiu o delegado.

 

Operação Hidra – No dia 21 de março, o trabalho de 200 policiais civis e militares da Paraíba, militares de Pernambuco, Polícia Rodoviária Federal, além de representantes do Ministério Público resultou no cumprimento de 22 mandados de prisão expedidos pela Justiça em João Pessoa e também nos municípios de Patos, São Bento, Sousa e na cidade pernambucana de São José do Egito. Na ocasião, foram presos sete funcionários do Sistema Penitenciário da Paraíba, entre eles, o diretor do Presídio de Patos, Demitrius Dias Mendonça, acusado de facilitar a ação criminosa dos detentos no comando ao tráfico de drogas e de outros crimes.

 

Ao longo de oito meses de investigação, a polícia rastreou a movimentação da quadrilha de traficantes e detectou que os mandantes dos crimes eram detentos do Presídio Regional de Patos. A polícia também descobriu que havia a facilitação da saída de presos, de entrada de drogas, mulheres e também de celulares e chips no presídio.
 

 

Redação com Secom-PB

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