O promotor Octávio Paulo Neto, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), detalhou que os recursos destinados ao programa foram “completamente desviados” do Programa Prato Cheio vinculado à administração do padre Egídio de Carvalho no Hospital Padre Zé.
“Hoje no dia de combate à pobreza, a gente teve a infelicidade de desencadear mais uma fase da operação indignus que tem por objetivo aclarar todas as fraudes ocorridas no programa prato cheio. Um programa voltada a população de vulneráveis e a segurança alimentar” lamentou o promotor.
A operação foca em desvendar irregularidades na execução do Programa Prato Cheio, financiado com recursos públicos repassados pelo Governo do Estado e administrado pelo Hospital Padre Zé. O programa, que deveria fornecer refeições para a população vulnerável em diversas cidades paraibanas, foi comprometido devido aos desvios identificados.
“Os recursos que em tese eram direcionados a continuação desse programa, foram completamente desviados”, detalhou Octávio Paulo Neto, complementando:
“É bastante grave e isso só mostra que de fato é necesário mais do que nunca se ter transparência nos convênios e mais do que nunca se ter transparência nas associações e fundações que desenvolvem programas sociais ou que lidam com dinheiro e recursos públicos” concluiu.
PB Agora
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