O desembargador Ricardo Vital de Almeida, do Tribunal de Justiça da Paraíba, rejeitou o pedido de revogação da prisão preventiva de Jannyne Dantas, ex-diretora do Hospital Padre Zé, em João Pessoa.
A decisão mantém a prisão de Jannyne que está reclusa desde novembro do ano passado, quando foi detida durante a Operação Indignus, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba para investigar suspeitas de desvios milionários na instituição filantrópica.
Jannyne Dantas, que era considerada braço direito do Padre Egídio de Carvalho, viu seu pedido de liberdade negado enquanto o padre, também preso na mesma operação, responde ao processo em liberdade.
“Em análise preliminar, a decisão mantenedora da prisão preventiva da paciente aparenta estar devidamente fundamentada, nos termos do art. 93, inciso IX, da Constituição Federal, sendo possível identificar os motivos de fato e de direito que embasaram o decisum cautelar, restando o deduzido excesso de prazo, num primeiro plano, justificado pela complexidade do feito”, declarou o desembargador Ricardo Vital de Almeida em sua decisão.
Também é válido lembrar que assim como Padre Egídio, Amanda Duarte, que foi presa na mesma operação também está em prisão domiciliar.
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