Foto reprodução Redes Sociais
A Justiça converteu, nesta quarta-feira (10), em preventiva a prisão em flagrante do policial militar acusado de matar a ex-companheira com um tiro na cabeça às margens da PB-095. O crime ocorreu no último sábado (6), e o próprio suspeito confessou ter efetuado o disparo.
De acordo com a decisão, assinada no domingo (7) pelo juiz da Vara Única de Boqueirão, o militar deve permanecer detido enquanto responde pelo crime de feminicídio. A conversão impede a possibilidade de liberdade provisória neste momento.
O policial, identificado como Luiz Miguel, está custodiado na unidade prisional do 2º Batalhão da Polícia Militar, em Campina Grande.
O caso
Segundo informações iniciais, o casal teria discutido após retornar de uma festa em Campina Grande. A briga teria começado ainda na cidade e seguido durante o trajeto até Massaranduba. Durante o percurso, o policial teria “perdido o controle” e disparado contra a ex-companheira, identificada como Élida, que morreu ainda no local.
A Polícia Civil segue investigando o caso.
Redação
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