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Identificados suspeitos de matar jovem no Parque do Povo

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 Menos de 24h após o assassinato de um jovem com uma facada no pescoço no Parque do Povo em Campina Grande, a Polícia Civil identificou quatro homens suspeitos de envolvimento no latrocínio, O crime que chocou a cidade, teve como vítima um vendedor de 30 anos, que estava no Parque do Povo, no show de Wesley Safadão.

Os suspeitos foram reconhecidos por uma testemunha, através das imagens do circuito de câmeras do evento. 

De acordo com a delegada de homicídios da Polícia Civil, Tatiana Matos, as polícias Civil e Militar receberam o vídeo analisaram e mostraram a um amigo, que estava com a vítima, no momento do crime. “Quando ele assistiu o vídeo, reconheceu os suspeitos e disse: ‘foram esses’, mas, ainda não sabemos a identidade deles”, disse a delegada.

Depois de ser confirmado que o crime trata-se de um latrocínio, o caso foi repassado da Delegacia de Homicídios para a Delegacia de Roubos e Furtos (DPF) da Polícia Civil, na tarde desta segunda-feira. O delegado da DRF, Eduardo Almeida, recebeu o inquérito, mas preferiu não divulgar mais informações, para que a investigação não seja comprometida.

Ontem o comandante de Policiamento Regional I (CPR-I), coronel Almeida Martins, revelou que percebeu falhas no processo de revista feita pelos seguranças privados contratados para atuar nas oito entradas do Parque do Povo. Em entrevista a uma emissora de rádio da cidade, ele revelou que na noite anterior foi ao Parque do Povo, e foi mal revistado pelos seguranças.

“Um dia eu fui com minha família, sem farda e entrei sem me apresentar. O segurança não fez uma revista correta em mim e eu, sem me identificar, exigi que ele fizesse uma revista melhor. Ele ficou sem entender. Mas o problema existe. A revista não é bem feita. Então alguém que sai de casa com má intenção, pode entrar no Parque do Povo com uma arma”, disse ele.

Já a empresa Aliança disse que “as revistas nas entradas do Parque do Povo são um auxílio que está sendo oferecido ao evento pela empresa organizadora, e não por uma obrigação legal, uma vez que a polícia não disponibilizou pessoal para tal função, que é o seu dever”, e destacou que “a responsabilidade de promover a segurança pública é exclusivamente do governo do Estado da Paraíba”.

Ainda na nota, Aliança lamentou que o comandante “declare ter encontrado, há alguns dias, falhas no acesso e não as tenha comunicado aos organizadores do evento para as devidas providências. Ao contrário, tenha preferido alardeá-las somente após um grave incidente”.

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