Foto: divulgação
Mais uma vez o nome da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor de João Pessoa (Procon-JP) foi usado para aplicação de golpes, só que agora as vítimas são os lojistas da Capital. Duas pessoas foram presas em flagrante na tarde desta quinta-feira (13), se passando por fiscais do órgão e alegando que o Código de Defesa do Consumidor estava desatualizado e tentando vender o ‘novo’ CDC, além de serem acusadas de ameaçar os comerciantes com possível aplicação de autuações e de multas.
No final de outubro, golpistas tentaram ‘realizar acordos monetários’, só que o alvo era o consumidor. O secretário Junior Pires alerta aos lojistas para que fiquem atentos para esse tipo de golpe e denunciem de forma imediata ao Procon-JP e à Polícia Civil para que as medidas cabíveis possam ser tomadas. “E também para evitar que esse tipo de golpe venha a se propagar”.
Ele acrescenta que a Procon-JP não age da forma como os golpistas estão fazendo. “Nós não vendemos nada e nem ameaçamos ninguém. Além do mais, nossos fiscais usam o uniforme personalizado da Secretaria e crachás com identificação própria”. Flagrante – Dois homens acusados de se passarem por funcionários do Procon-JP foram a uma loja no Centro da cidade na tarde da última quinta-feira (13), para ‘vender’ o CDC atualizado e ameaçar o lojista com autuação e multa.
Após denúncia, a dupla foi interceptada em flagrante por funcionários do órgão e conduzida, com o apoio da Guarda Municipal, para a Central de Polícia para as medidas legais. “Portanto, lojistas, se aparecer alguém se passando por servidor do Procon-JP querendo vender algo ou ameaçando com multas, nos acione de forma imediata, bem como a Polícia Civil, para que as providências necessárias sejam tomadas.
Vamos ficar em alerta para que situações como a da última quinta-feira não voltem a acontecer”, salienta Junior Pires. Golpe contra o consumidor – No final do último mês de outubro foram detectados contatos ilegais junto aos consumidores com processo administrativo tramitando no Procon-JP. Os acusados tentaram realizar acordos monetários, oferecendo vantagens ou dinheiro. A fraude foi registrada na Policia Civil para a apuração do caso.
Redação com Secom/JP
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