O Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), solicitou o retorno do padre Egídio de Carvalho Neto à prisão. O pedido foi feito após depoimentos de testemunhas que indicaram que o religioso teria descumprido as medidas judiciais durante o período de prisão domiciliar. Padre Egídio deixou a penitenciária em abril deste ano, após problemas de saúde enquanto estava detido na Penitenciária Especial do Valentina Figueiredo.
Segundo apuração da CBN Paraíba, o principal motivo para o novo pedido de prisão são os relatos de locatários de imóveis pertencentes ao padre, que afirmaram ter sido pressionados a continuar pagando os aluguéis diretamente ao advogado do réu, mesmo após a determinação judicial de bloqueio dos bens.
Testemunhas relataram ao Gaeco que foram abordadas por intermediários do padre, que indicaram contas específicas para o depósito dos valores de aluguel, numa tentativa de burlar as decisões judiciais. O bloqueio dos bens e a suspensão dos repasses financeiros haviam sido ordenados pela Justiça como parte do processo.
A defesa do padre Egídio não se manifestou até o momento.
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