Dois postos de combustíveis foram roubados na noite de quinta-feira (31), em Campina Grande. No primeiro caso, os criminosos levaram dinheiro, cerveja e Red Bull; no segundo fizeram o rapa no frentista. Duas motos também foram tomadas por assaltos. A polícia suspeita que as motos furtadas estariam sendo usadas para os crimes nos estabelecimentos comerciais.
Em um dos casos no posto Novo Cruzeiro no bairro do Presidente Médici, dois indivíduos armados numa bicicleta abordaram o frentista do posto às 19h36 e levaram dinheiro, cerveja e Red Bull. O energético parece ter dado asas aos criminosos que sumiram rapidamente.
Já as 21h47 novamente o posto Fechine localizado na Vila Cabral de Santa Teresinha foi alvo dos bandidos. Desta vez três indivíduos armados levaram todo o dinheiro dos frentistas. Em nenhum dos casos os criminosos foram encontrados e ninguém foi preso.
Conforme levantamento do Sindicato dos Empregados no Comércio e Serviço de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Compartimento da Borborema (Sindecpetro), o número de assaltos a postos aumentou em mais de 200% se comparado ao mesmo período do ano passado.
Segundo o presidente do Sindecpetro, Evanilton Almeida, o número de ações vem aumentando exponencialmente nas últimas semanas. "As blitzen foram intensificadas desde o último ano, mas já não vêm surtindo efeito e fechar os postos à noite não é a solução, como se tem dito. Além de gerar desemprego para a categoria, uma cidade do porte de Campina Grande não pode deixar de atender a população à noite. Estamos agendando uma reunião com os representantes patronais para tentar chegar a uma solução", disse Almeida.
Segundo o presidente do Sindicato dos Postos de Combustíveis de Campina Grande, Bruno Agra, os proprietários estão investindo em segurança, mas as iniciativas não têm sido suficientes para combater a violência. “Na esfera privada, houve investimentos. Os empresários investiram em colocação de câmeras, monitoramento eletrônico e vigilância armada. Mas acontece que os assaltantes roubam até as armas dos vigilantes, machucam os trabalhadores, os proprietários. A situação está caótica e a categoria precisa de reforço na segurança pública. Os frentistas estão com medo de trabalhar e postos que funcionam à noite podem fechar”, afirmou.
Os frentistas estão trabalhando com medo. Segundo eles, somente este ano, UM estabelecimento no bairro do Bococongó, próximo da UFCG foi roubado nove vezes. Outro posto alvo dos bandidos, fica às margens da BR-230, na saída de Campina Grande.
Roubos – A área policial foi movimentada em Campina Grande nas últimas 24h. Durante o plantão policial dois veículos foram levados por criminosos na região polarizada por Campina. No primeiro caso um senhor morador do sítio Barro Vermelho em São José do Cariri teve sua moto levada, por dois criminosos.
Por volta das 21h50 uma moto Titan 150 foi tomada por assalto do seu prioritário na Pracinha do Amor por dois indivíduos numa moto vermelha.
PBAgora
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