O delegado Leonardo Souto Maior, que foi um dos responsáveis pela Operação Delivery, falou na tarde desta sexta-feira (17) sobre a ação desencadeada nas primeiras horas de hoje.
Segundo ele, o chefe do grupo, o funcionário público José Carlos Frasão, tinha uma fonte de renda de R$ 3 mil, mas um padrão de quem ganhava acima de R$ 50 mil.
De acordo com o delegado, “há três meses, estávamos monitorando a quadrilha através de uma ação controlada”.
– José Carlos Frasão tinha acesso às cédulas de identidade e era uma peça fundamental para o grupo. Ele possuía carros acima de R$ 90 mil. Os prejuízos do comércio até agora contabilizados correspondem a mais de R$ 1 milhão. Os acusados davam golpes em Campina Grande, João Pessoa, Recife, Natal, Fortaleza e Salvador – destacou a autoridade policial, lembrando que a quadrilha falsificava documentos, a exemplo de carteiras de identidade, no Centro Social em Campina Grande.
Conforme Leonardo Souto Maior, o bando criava personagens para dar golpes desde a compra de eletroeletrônicos e móveis a veículos de luxo.
– Os suspeitos estão presos em João Pessoa e serão encaminhados ao Presídio do Roger. As mulheres serão levadas para um presídio feminino. Mais de 50 pessoas envolvidas no esquema poderão ser presas – explicou a autoridade policial, em entrevista à Rádio Correio FM.
Redação
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