O superintendente da Polícia Civil da região metropolitana de João Pessoa, Marcos Paulo Vilela comentou nesta quinta-feira (25) o andamento das investigações envolvendo o crime de rapto, estupro de duas mulheres e um bebê ocorrido no último sábado (20), onde uma delas morreu devido a gravidade dos ferimentos em um terreno de plantio de cana-de-açúcar, na cidade de Goiana, em Pernambuco.
Segundo ele, o ritmo continua acelerado a fim de solucionar o caso o mais rápido possível e negou que dois suspeitos teriam sido presos. As vítimas foram raptadas no bairro dos Bancários e foram encontradas no domingo, por trabalhadores que chegavam ao local.
"Desde o início das investigações o ritmo é acelerado, estamos recebendo informações e aguardando resultados de perícias já realizadas. Uma cadeia de informações estão sendo coletadas e trocadas com a Polícia de Pernambuco. No entanto, não temos nenhum registro de prisões, como foram cogitadas por órgãos da imprensa. Em respeito à família e a sociedade qualquer informação nova só será revelada oficialmente por mim, o resto é especulação".
Indagado sobre a linha de investigação, Marcos Vilela destacou que é a mesma desde o início que é crime contra patrimônio que evoluiu para estupro e a morte de uma das vítimas. No entanto, ele não descartou que outras linhas estão sendo investigadas, apenas salientou que esta é a mais forte diante das informações já coletadas.
A polícia civil paraibana está trabalhando em conjunto com a unidade de Pernambuco e vem recebendo e analisando informações para solucionar o crime que teria sido cometido por dois homens.
PB Agora








