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Clodovil teria sido assassinado, suspeita polícia

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O deputado federal, ex-apresentador de televisão e estilista Clodovil Hernandes que morreu nesta terça-feira (17), aos 71 anos, em Brasília. Inicialmente a causa mortis anunciada teria sido morte cerebral anunciada em entrevista coletiva pelo diretor técnico do hospital Santa Lúcia, Cícero Henrique Dantas Neto, por volta das 16h.

Agora o colunista Claúdio Humberto levanta a suspeita de assassinato em sua coluna nacional.

VEJA A NOTA NA COLUNA DE CLAUDIO HUMBERTO:

Conforme noticiamos em primeira mão às 21h20 de ontem, a Polícia Legislativa, da Câmara dos Deputados, lacrou o apartamento em que residia o falecido deputado Clodovil Hernandes, em Brasília, sob a alegação que será necessário realizar perícia para verificar a suspeita de que o parlamentar teria sido vítima de assassinato, e não de um acidente vascular cerebral (AVC), conforme atestaram os médicos. Assessores do deputado estavam gravando entrevista para o programa "Fantástico", da Rede Globo, pelas 21h, quando agentes da Polícia Legislativa irromperam no apartamento, interrompendo as gravações e afirmando que todos deveriam sair porque o imóvel seria lacrado para perícia. A repórter que fazia a matéria era Poliana Abritta. Clodovil Hernandes foi encontrado desacordado às 7h da manhã de segunda-feira (16) por seus empregados, que foram ao quarto recolher a cadela do deputado para administrar-lhe remédios prescritos pelo veterinário. Eles encontraram Clodovil deitado de bruços, nu, parcialmente sob uma escrivaninha. Ele perdeu 135 ml de sangue. Muito assustados, porque o corpo de Clodovil estava "duro", conforme relatariam depois, os empregados despertaram Glaucio Hagabiti, o "Claus", amigo dele há cerca de quarenta anos, e que estava em outro quarto.

PB Agora

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