Carlos Jose Soares de Lima, acusado de ter matado sete pessoas no crime conhecido como a “Chacina do Rangel” mudou a versão do crime, durante depoimento em júri popular e acusou a esposa, Edileuza Oliveira de ter matado quatro das sete vitimas.
“A Chacina do Rangel”. Segundo o juiz do 1º Tribunal do Júri da Capital, que preside os trabalhos, Marcos William de Oliveira, a sentença só deve sair no início da madrugada desta sexta-feira (17). Uma forte estrutura de segurança e de apoio à imprensa foi montada no prédio. No 6º andar, foram instalados dois telões para que o público acompanhe a sessão de julgamento, caso o plenário esteja com seus assentos esgotados.
Os crime ocorreu no bairro do Rangel, em João Pessoa, na madrugada de 9 de julho do ano passado. Carlos José Soares de Lima e a esposa Edileuza de Oliveira dos Santos foram presos, acusados pelas mortes dos vizinhos Moisés Soares Filho (33 anos), Divanise Lima dos Santos (grávida de gêmeos) e as crianças Raissa, Rai e Raquel, todos mortos a golpes de facão.
Redação
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