Acontece nesta quinta-feira (28) no 1º Tribunal do Júri, o julgamento de Edvaldo Soares da Silva, mais conhecido como ‘Cabo Edvaldo’, acusado de estuprar e matar sua ex-enteada Rebeca Cristina Alves Simões.
O caso teve muita repercussão social da Paraíba nos últimos anos e é presidido pelo juiz titular do 1º Tribunal do Júri, Marcos William de Oliveira. Não há hora definida para a conclusão dos trabalhos.
O Ministério Público denuncia que o Cabo Edvaldo seria co-autor material do crime, levando em consideração que um segundo homem, não identificado, teria participado da morte da jovem, mas para o promotor Manoel Leite a participação do padrasto da vítima foi integral.
"Ele tinha a notícia de que a jovem tinha descoberto um romance extraconjugal. Começou a presenteá-la, chantageá-la e a partir daí ele criou esse plano e diversos álibis para ser isento de qualquer suspeita" declarou.
Já a defesa do réu alega falta de provas. Segundo o advogado Wagner Martins, a culpa de Edvaldo no crime não pode ser provada.
"O que a defesa espera é que hoje o delegado prove a acusação. Iremos aguardar as testemunhas arroladas pelo Ministério Público que são essenciais para a defesa, principalmente o delegado de polícia designado e os peritos para dizer aos paraibanos e ao povo o que o levou a chegar a essa acusação" disse.
Está prevista a oitiva de cinco testemunhas do Ministério Público e quatro da defesa, além do interrogatório do réu.
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