Dois dos primeiros policiais a chegarem no local onde a estudante Aryane Thaís foi encontrada morta prestaram depoimento na tarde desta quarta-feira, dia 5. O Policial Rodoviário Federal, cujo nome não foi informado, e o policial militar Josué dos Santos Rodrigues, informaram à delegada Iumara Gomes que o misterioso jaleco branco, de uma faculdade de enfermagem, estava completamente fora do contexto da cena do crime.
O agente da PRF afirmou que existiam outras roupas junto com o jaleco, próximas ao corpo da vítima. Ele afirmou que as vestes estavam amontoadas no local e que não tinham relação com Aryane ou com o crime.
Já Josué declarou que foi o responsável por cobrir o corpo da estudante, que estava seminua, sem camisa e sutiã, com uma das roupas que estavam amontoadas próxima à cena do crime. O militar observou as marcas de estrangulamento no pescoço de Aryane e assim como os outros policiais tentou buscar o isolamento da área para facilitar as investigações.
A delegada responsável pelas investigações disse que os depoimentos serão cruzados com os esclarecimentos de outras testemunhas. De acordo com Iumara Gomes, o dono do telefone que originou a ligação para a polícia informando sobre o crime será ouvido nesta quinta-feira, dia 6.
O Norte
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