O psicólogo Eduardo Henrique Paredes, de 32 anos, que está sendo responsabilizado pelo acidente que causou a morte da defensora pública geral, Fátima Lopes, no último domingo, foi transferido na tarde desta sexta-feira, dia 29, para o Centro de Ensino da Polícia Militar, onde deve permanecer até que uma nova decisão seja tomada acerca da concessão ou não da liberdade provisória até o julgamento do caso
Caso Fátima Lopes: promotor dá parecer contra liberdade de psicólogo
A transferência atende a um pedido da defesa do acusado. Eduardo Paredes passou a semana preso na Central de Polícia, no bairro do Varadouro. Ele tem curso superior e, por isso, tem direito a prisão em cela especial.
O advogado do acusado, Abraão Beltrão, acredita que o seu cliente possa responder ao processo em liberdade: “Acredito que não há motivo para ele estar preso. Ele é um psicólogo, uma pessoa de bem e o que aconteceu foi um acidente”, disse o advogado de defesa, que deve buscar os mecanismos legais para a liberação de Eduardo Paredes.
Ainda nesta sexta pela manhã, o promotor Márcio Gondim, do 2º Tribunal do Júri de João Pessoa, emitiu um parecer contrário à liberdade provisória do psicólogo.
O juiz Marcos Williams, do 1º Tribunal do Júri, vai tomar a decisão favorável ou não ao acusado.
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