As duas mulheres acusadas de espancar e matar uma criança de apenas seis meses de idade em São José de Piranhas foram transferidas para um presídio em Campina Grande. A medida foi tomada visando garantir a segurança das acusadas, após episódios de revolta tanto na cadeia local quanto no presídio de Cajazeiras.
As acusadas, mãe da menina e sua companheira, confessaram o crime. O trajeto das duas desde a chegada à delegacia de São José de Piranhas foi marcado por tumulto, com dezenas de populares protestando e as chamando de “assassinas”.
Inicialmente, as autoridades decidiram levar as acusadas para o presídio de Cajazeiras, mas a presença delas provocou uma rebelião entre as detentas, resultando na necessidade de uma nova transferência, desta vez para Campina Grande.
A audiência de custódia das acusadas está agendada para esta sexta-feira (10), quando mais detalhes sobre o caso devem ser esclarecidos. Em depoimento, uma das mulheres presas admitiu sua participação no crime, afirmando que a morte da criança ocorreu em ação conjunta com a mãe da vítima.
A Polícia Civil solicitou exames para investigar um possível abuso sexual contra a menina. Segundo informações do delegado Danilo Charbel, que conduz o caso, o médico que atendeu a criança relatou marcas de agressões na boca, testa, costas e na região do ânus, indicando a brutalidade do ocorrido.
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