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UNIMED poderá ser punido por péssimo atendimento

Hospital da UNIMED poderá ser punido por péssimo atendimento; deputado denuncia: “Eles só atendem na urgência quando o paciente está nas últimas!”

As constantes queixas dos usuários do Hospital da Unimed em João Pessoa motivaram o deputado estadual Gervásio Maia Filho (PMDB) a apresentar na próxima segunda-feira (16) um projeto que pretende disciplinar o tempo de espera dos usuários na fila por um atendimento médico.

Mesmo sem declarar que tempo pretende considerar como mínimo na fila, Gervásio disse que é fundamental uma melhoria no atendimento dos Hospitais da Rede Privada na Paraíba.

“Queremos melhorar o tempo de espera na rede credenciada, ela pode ate ter o credenciamento da Unimed, porém terá que cumprir o tempo de espera sob pena de uma multa para o hospital”, desabafou.

Gervazinho revelou que está com o projeto praticamente “pronto” e surgiu em face das diversas reclamações e relatos do mau atendimento na Unimed em João Pessoa.

“Estamos consultado várias pessoas que sofreram com o mau atendimento e por meio de um levantamento definiremos o tempo mínimo para que o paciente seja atendido, tudo será dentro de uma realidade”, relatou.

ATENDIMENTO NA UNIMED: Gervásio considerou precária a maneira como os credenciados são atendidos na unidade hospitalar.

“É péssimo todo mundo reclama. Eles só atendem na urgência quando chegam o paciente chega nas últimas”, disparou.

De acordo com o deputado se o paciente que não estiver ‘morrendo’ precisar de um atendimento saberá que a ‘demora’ será grande.

“São: três, quatro, cinco horas na fila e a Unimed aumentando o seu credenciamento!”, alertou.

O PB Agora relatou no último mês a angustia do jornalista Ainoã Geminiano que precisou de atendimento na Unimed e passou por uma situação constrangedora.

Relembre:
 

O jornalista Ainoã Geminiano, da TV Tambaú, passou por uma verdadeira via crucis neste sábado, 23, ao esperar pelo atendimento do Hospital da Unimed, em João Pessoa. O repórter procurou a unidade porque sentiu-se mal e notou a perda dos movimentos de braços e pernas. Mesmo assim e tendo chegado ao local por volta das 6h, somente à noite, aproximadamente às 20h, ele foi encaminhado para a internação.
 

O diagnóstico de Ainoã só foi feito depois que ele finalmente conseguiu ser internado. No período de espera, o paciente se desesperou porque seus movimentos foram ficando mais difíceis, até que ele se sentiu totalmente paralisado. Depois das 20h, quando um leito foi disponibilizado, surgiu um outro problema. A equipe de neurologistas não estava mais no Hospital da Unimed.
 

Através de amigos, a família de Ainoã localizou o neurologista Weber Toscano de Brito, que foi até o hospital e identificou que o jornalista estava acometido de uma infecção neurológica provavelmente decorrente de uma toxina ingerida em alimentos. Ele foi medicado e apresenta melhoras desde a madrugada. Apesar disso, não tem ainda previsão de alta e deverá ser submetido a sessões de fisioterapia para recobrar a normalidade dos movimentos de braços e pernas.
 

 

Henrique Lima

PB Agora

 

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