Funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de Alagoas, Espírito Santo, Maranhão e parte dos servidores do Rio, entre os quais os que trabalham na diretoria de pesquisas, aprovaram, em assembleia nesta quinta-feira, estado de greve. As unidades da Paraíba e de São Paulo agendaram paralisação de 24 horas para a próxima terça-feira.
Onde foi aprovado o estado de greve pode haver paralisação das atividades a qualquer momento, caso as exigências feitas à direção do IBGE não sejam atendidas.
Os servidores do instituto pedem retratação pública da presidente do instituto, Wasmália Bivar, que no início do mês anunciou a suspensão da divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) para revisão metodológica. A decisão irritou a área técnica, que alega não ter sido consultada.
Os funcionários, representados pelo sindicato ASSIBGE, exigem também que a direção do IBGE abra negociações com o Ministério do Planejamento — ao qual o instituto é subordinado — para a contratação de mais funcionários, recomposição orçamentária do instituto, reajuste salarial e autonomia técnica nas pesquisas produzidas.
“Se não houver recuo [da direção do IBGE], estamos dispostos a parar com todas as pesquisas. Tem de haver retratação da direção”, disse a diretora do ASSIBGE, Ana Magni.
As assembleias continuam até a próxima semana em outras unidades estaduais do IBGE. Ana afirmou que o sindicato pediu há duas semanas uma reunião com a presidente do IBGE, mas até hoje não foi atendido.
Procurado, o IBGE informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que a presidente Wasmália avalia o pedido de reunião e que ela não se pronunciaria sobre as assembleias estaduais. O IBGE disse ainda que seus técnicos continuam elaborando relatórios a serem apresentados, atestando a metodologia da Pnad Contínua.
Valor Econômico
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