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TRT da Paraíba contrata deficientes

Deficientes vão digitalizar processos em papel no TRT

Convênio foi firmado entre o Regional e a Asdef

O Tribunal do Trabalho da Paraíba assinou convênio com a Associação de Deficientes e Familiares – Asdef, para a contratação de 10 portadores de deficiências, que vão digitalizar os processos que ainda tramitam em papel nas Varas do Trabalho de João Pessoa. Serão digitalizados cerca de vinte mil ações trabalhistas anteriores à implantação do processo eletrônico na Justiça do Trabalho da Paraíba e os serviços serão prestados nas dependências das Varas, com jornada diária de 6 horas.

Segundo a Associação, na Paraíba existem cerca de 700 mil pessoas com algum tipo de deficiência. Desse total, somente 4 mil estão no mercado de trabalho.
O contrato foi assinado pelo presidente do TRT, desembargador Paulo Américo Maia Filho, e pelo presidente da Asdef, Francisco de Assis Izidoro Machado. Segundo Paulo Américo Maia, o Tribunal tem compromisso com a inclusão social. “O TRT acredita no profissionalismo dessas pessoas e, com esse trabalho fará a migração final dos processos em papel para o processo digital”, disse

Já o presidente da Associação dos deficientes, Francisco de Assis Isidoro Machado destacou que o momento era de grande importância para a Associação. Lembrou que os gestores públicos estão, cada vez mais, criando oportunidades para os deficientes no mercado de trabalho. “Toda contribuição que se puder dar para o ingresso do deficiente no mercado de trabalho é de grande importância, porque os horizontes se abrem e essas pessoas passam a se sentir úteis, além de mudar a mentalidade das pessoas no ambiente de trabalho, que percebem o quanto o deficiente é capaz. O que o TRT está fazendo é um grande passo para uma sociedade mais justa e que respeita as diferenças”.

 

Validade de um ano

O contrato, firmado sob o regime jurídico, tem validade de 1 ano, mas segundo o diretor administrativo do TRT, Anderson Pimentel, pode ser prorrogado por até 60 meses. Uma das cláusulas requer que o sigilo seja mantido sob pena de responsabilidade civil, penal e administrativa, sobre todo e qualquer assunto de interesse do Tribunal ou de terceiros em razão da execução do trabalho.

Na solenidade estiveram presentes o juiz auxiliar da presidência, Marcello Maia, o diretor-geral do TRT, Glauco Campos, o diretor administrativo, Anderson Pimentel, e o coordenador de Contratos da Comissão Permanente de Licitação do Tribunal, Raniere Leite, além de representantes da Asdef.
 

 

Assessoria

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