TCE-PB aprova Voto de Pesar pelo falecimento da professora cajazeirense Carmelita Gonçalves

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Por propositura do conselheiro André Carlo Torres Pontes, o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) aprovou, à unanimidade, em sessão plenária desta quarta-feira (19), voto de pesar pelo falecimento da professora Carmelita Gonçalves da Silva, ocorrido neste domingo (16), na cidade de Cajazeiras.

Tia do consultor jurídico do TCE-PB, o advogado Eugênio Gonçalves da Nóbrega, ela faleceu, aos 98 anos. Ao fazer a propositura, o conselheiro André Carlo, na ocasião, enalteceu a dedicação da professora Carmelita Gonçalves no processo educacional, religioso e cultural de Cajazeiras. “Solidarizo-me ao dr. Eugênio Gonçalves e toda sua família enlutada”, expressou o conselheiro. O autor da homenagem foi acompanhado pelos demais conselheiros, além do Ministério Público de Contas que também se acostou ao voto. O voto de pesar, aprovado por unanimidade, será encaminhado pelo TCE à família.

A professora dedicou toda sua vida ao ensino, a missão de educar gerações.  Desde 1943, Carmelita Gonçalves ficou à frente da educação desenvolvida no Colégio Nossa Senhora do Carmo, com funções distintas, tanto como professora de língua portuguesa, quanto  diretora.

Carmelita Gonçalves da Silva nasceu em 22 de julho de 1924, no Sítio Barra do Catolé, município de Cajazeiras (PB), filha de Manoel Gonçalves Dias e Hortência Gonçalves da Silva. Desde criança, tinha interesse em entrar para a ordem dos Carmelitas Descalços, mas após a morte de seu pai, o rumo de sua vida é modificado. Forçada pelas circunstâncias fica em Cajazeiras ajudando na criação dos seus irmãos.

Ao concluir o curso normal, em 1943, no Colégio Nossa Senhora de Lourdes, inicia suas atividades lecionando de casa em casa e em seguida na residência da sua família. Funda, neste mesmo ano, a Escola Nossa Senhora do Carmo, que passou a Colégio no ano de 1986. Depois de vários anos, a escola passou a funcionar no prédio da Ação Católica, quando em 1964 mudou-se para o Colégio Monsenhor Constantino Vieira. Em fins da década de 1960, passou a funcionar na Rua Germiniano de Sousa, onde funciona até hoje.

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