Na noite dessa terça-feira (22), o ministro João Batista Moreira, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), rejeitou o habeas corpus da defesa de João Lopes, o ex-procurador da Câmara de São Mamede e braço direito do prefeito Umberto Jefferson (União Brasil).
As acusações que pesam sobre ele são de fraudes em processos licitatórios e participação em organização criminosa na Prefeitura de São Mamede.
A defesa havia entrado com recurso para que ele fosse liberado do Presídio Regional de Patos, mas o ministro decidiu pela manutenção do mandado de prisão preventiva.
Além de João Lopes, outros quatro envolvidos, incluindo o prefeito de São Mamede, foram presos de forma preventiva.
PB Agora
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