O atraso no pagamento dos salários referentes ao mês de novembro tem causado desconforto em servidores que prestam serviços em hospitais, Samu, UPA, CAPS, Residências Terapêuticas, Centros de Saúde e Policlínica em Campina Grande. A prefeitura emitiu uma nota, alegando tratar-se de atraso na liberação dos recursos de custeio da assistência ambulatorial e de internação de Média e Alta Complexidade, por parte do Ministério da Saúde.
O assunto foi tema do blog do jornalista Carlos Magno, ex-secretário de Comunicação de Campina Grande, à época da gestão do prefeito Veneziano Vital do Rêgo (PMDB). Segundo Magno, na gestão passada, quando acontecia situação semelhante, em que os repasses federais não chegavam à tempo, o atual prefeito Romero Rodrigues (na condição de oposição), questionava a PMCG e cobrava providências quanto ao pagamento.
“Romero Rodrigues dizia que era tudo mentira, que a Prefeitura não pagava porque não queria. A pergunta que se faz, é: Romero também está faltando com a verdade agora, como ele dizia no passado?”, indagou o jornalista.
A nota da Prefeitura afirma que o dinheiro é repassado periodicamente pelo Fundo Nacional de Saúde até o dia 10 de cada mês. “Entretanto, não foi depositado até a presente data. Desta forma, a Secretaria Municipal de Saúde fica impossibilitada de quitar as obrigações para com os prestadores que atuam nos serviços municipais de saúde de média e alta complexidade”, diz a Coordenadoria de Comunicação da PMCG.
Segundo a Prefeitura, o atraso “acarreta despesas adicionais aos cofres municipais, que já arcam com altas contrapartidas e assumem diversos outros gastos no custeio de programas federais, impactando também em outros serviços, inclusive a Atenção Básica”.
“Lamentamos o transtorno causado pelo atraso do Ministério da Saúde e esperamos que o Governo Federal regularize a situação o mais breve possível, cumprindo os prazos estabelecidos em Lei”, diz o texto.
Os servidores, no entanto, cobram da administração municipal uma precisão nas datas em que esses repasses serão feitos, e temem que o atraso interfira no pagamento dos salários do mês de dezembro.
O presidente do Sintab, Napoleão Maracajá, repudiou essa ação por parte da gestão municipal e cobrou uma solução, uma vez que não há explicações plausíveis para que os servidores da Secretaria de Saúde não recebam seu salário no mesmo dia que os outros servidores que estão com seus vencimentos em dia. “É lamentável esse atitude por parte da Prefeitura de Campina Grande que sem explicação atrasa salário, descumprindo as promessas de calendário propostas pela própria gestão”, destacou Napoleão Maracajá.
Redação
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