O procurador-geral de Justiça, Bertrand de Araújo Asfora, esteve na manhã da terça-feira (7) reunido com o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PB), conselheiro Arthur Cunha Lima, para tratar das futuras execuções orçamentárias do Ministério Público da Paraíba (MPPB) nos exercícios financeiros de 2017 e 2018. A reunião ocorreu na sede do TCE, em João Pessoa, e contou com a participação de técnicos do Tribunal de Contas.
“O Tribunal de Contas pode nos orientar a respeito desse tema, pois é muito complexo um procurador-geral tratar de dois orçamentos que serão executados pelo novo procurador-geral de Justiça seguinte”, diz Bertrand Asfora, justificando a sua consulta técnica ao TCE no âmbito financeiro e orçamentário: “Isso acontece em função do nosso calendário eleitoral, já que a eleição para procurador-geral acontece em julho e a posse é em agosto”.
E continua Bertrand Asfora: “Dessa maneira, em 2017, por exemplo, o nosso sucessor vai executar quatro meses do orçamento preparado e aprovado na nossa gestão. E depois vai executar o orçamento de 2018 também preparado por nós. Na prática, dos três orçamentos do próximo procurador-geral de Justiça, dois serão elaborados pela atual gestão”. E enfatiza: “Isso não funciona. Precisamos pensar numa solução que seja tecnicamente boa para a instituição. Precisamos discutir com toda a classe e encontrar uma solução”.
Ascom
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