Foi divulgado nesta quarta-feira (09), pela POlícia Rodoviária Federal (PRF), o resultado da perícia do acidente de ônibus que deixou duas pessoas mortas em João Pessoa, no dia 28 de setembro. A investigação descartou a possibilidade do rompimento do eixo dianteiro ter sido a motivação do acidente. O boletim da PRF será remetido à Polícia Civil, que é quem vai apurar de forma mais aprofundada e apontar se houve falha humana ou algum tipo de falha mecânica.
De acordo com o assessor de imprensa da PRF, Anderson POddis, a investigação agora ficará por conta da Polícia Civil, do Ministério Público e do DER (Departamento de Estradas e Rodagens). A questão de falha mecânica ou humana não estão descartadas.
O assessor acrescentou que o ônibus está à disposição da Polícia Civil que, querendo, pode solicitar novas perícias para aprofundar as investigações sobre o comportamento do veículo. “Os policiais (rodoviários federais) que atenderam a ocorrência observaram que os danos causados ao veículo, ao pneu, inclusive o arrancamento do eixo foi por ocasião da colisão com a base de concreto”, declarou.
Poddis destacou também que o ônibus foi fabricado em 2005, mas que em função dos danos ocorridos durante o acidente não foi possível verificar o estado de conservação do veículo. O assessor da PRF disse ainda que não foi registrada frenagem brusca, nem mudança de direção repentina. O ônibus estaria a 80 quilômetros por hora no momento do acidente.
Redação








