Projeto Porto do Capim, que visa requalificar comunidade do Centro de JP, avança no Ministério das Cidades

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A Prefeitura de João Pessoa deu mais um passo importante para a revitalização do Porto do Capim, no Centro Histórico da Capital. Nesta quarta-feira (8), representantes da Secretaria Nacional de Periferias, vinculada ao Ministério das Cidades, estiveram reunidos com equipes da gestão municipal para avaliar os detalhes do projeto de requalificação da área, que será financiado pelo programa federal Periferia Viva.

O plano, que representa um investimento total de R$ 107 milhões — sendo R$ 7 milhões de contrapartida municipal —, inclui obras de infraestrutura como pavimentação, saneamento básico, drenagem e abastecimento de água. Além disso, prevê a construção e reforma de moradias e pontos comerciais, beneficiando cerca de 600 famílias, e a recuperação de prédios históricos da região. Uma das novidades será a implantação de pequenos portos que facilitarão o acesso à bacia do Rio Sanhauá.

A secretária de Habitação, Socorro Gadelha, destacou a relevância do projeto para a preservação e o resgate do Centro Histórico. “O Porto do Capim é um espaço com grande valor histórico e cultural para a cidade. O projeto, além de proporcionar uma melhor qualidade de vida às famílias que residem ali, vai integrar a área ao contexto urbano de João Pessoa, sem remoção de moradores, respeitando o vínculo dessas pessoas com o território”, afirmou.

A reunião aconteceu na sede da Secretaria de Habitação (Semhab) e contou com a presença de representantes das Secretarias de Planejamento (Seplan) e Infraestrutura (Seinfra), além da Defesa Civil de João Pessoa (Compdec-JP). Também participaram engenheiros que acompanham o projeto desde a fase inicial, marcada por diálogos com a comunidade local.

O programa Periferia Viva, como explicou Socorro Gadelha, busca transformar áreas vulneráveis das cidades por meio de intervenções urbanísticas completas. “Esse projeto promove desde melhorias em saneamento e contenção de encostas até regularização fundiária e recuperação ambiental. Todo esse trabalho será acompanhado por uma ação social para garantir que as mudanças impactem diretamente a vida das famílias do Porto do Capim”, explicou a secretária.

 

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