O procurador-geral do Estado, Gilberto Carneiro, considerou uma decisão precipitada. Ele considerou que a decisão já tinha sido negada pelo juiz eleitoral que substituiu a Corregedoria, e o atual corregedor reconsiderou monocraticamente uma decisão que não era sua.
“O correto seria ter submetido ao Pleno para decidir, já que tinha uma decisão de outro juiz negando. Segundo ponto. Como proibir um secretário de Estado de participar de um evento institucional? Como ser secretário amputado? E por fim, como estabelecer uma censura prévia as falas dos agentes políticos? Tempos estranhos”, disse Carneiro.
O advogado Fábio Brito, que atua na defesa do governador e do secretário, disse que a decisão é equivocada e irá recorrer. Segundo ele, todos que acompanham as reuniões do Orçamento Democrático desde seu surgimento sabem que a presença e participação efetiva e contínua de João Azevedo, como de outros secretários, sempre ocorreu de maneira regular e republicana.
Redação
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